| Vomitando palavras. | |||
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Segunda-feira, Junho 11, 2007 ( 2:45 PM ) A Menina Tediosa INCOERÊNCIAS Ouça: quando eu ralho com você e critico seu jeito de ser, é de amor que estou falando. Olhe: quando eu "fecho" a cara, emburro e me calo, é de amor que estou falando. Note: quando me ponho a fazer outras coisas, deixando parecer que ignoro sua existência, é de amor que estou falando. Entenda: quando eu fujo do seu toque, quando nego-lhe meu toque, é de amor que estou falando. Sinta: quando desapareço enquanto você me procura, é de amor que estou falando. Perceba: Às vezes penso que é necessário silenciar para que você me "ouça" melhor ; penso que "fechando" a cara e deixando você sem respostas, terei mais e melhor sua atenção; penso que me ocupando com outras coisas, serão mais valorizados meus cuidados com você; penso que, negando-lhe um toque, um gesto de afeto, terei mais seu carinho quando me sentir muito só; penso que, escapando do seu alcance, pondo-me ausente quando você me procura, minha presença lhe será mais necessária; Perdoe. Só quero paz com você, aceitar seu jeito de ser, abrir-lhe meus mais felizes sorrisos. Não há nada que me aqueça mais do que estar ao seu lado, do que dar-lhe minhas mais carinhosas palavras, do que estar presente e disponível todo o tempo para atender a todo e qualquer chamado seu. Quero estender-lhe minhas mãos, apagar seus males e dores, dar-lhe alegria e afastar seus temores. Creia: por estranho que pareça o que sigo demonstrando, apesar de tanta incoerência, é de amor que estou falando. --------- Atenção: Este poema não é meu, eu achei mas infelizmente não sei o autor, se alguém souber por favor avise para que possamos dar os devidos créditos. Obrigada. # Seu espaço:
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